Mostrando postagens com marcador el calafate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador el calafate. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Minhas férias em El Chaltén (julho de 2018) - Parte 1

Dentre todos os lugares do mundo, nunca vi uma paisagem mais bonita do que aquela que tem a montanha Fitz Roy, na patagônia argentina. A primeira vez que vi uma foto dessa montanha pensei comigo que não existe no mundo lugar mais bonito. Empolgação ou exagero posto de lado, o fato é que as paisagens desse lugar são de extrema beleza e isso é unanimidade.

Atualmente moro próximo da Argentina e um voo para a sua capital Bueno Aires, partindo da minha cidade, é mais barato do que para muitas cidades do Brasil. Aproveitando essa facilidade comecei a programar a minha ida para  El Chaltén, cidade que está aos pés dessa montanha incrível chamada Fitz Roy.

Antes dessa aventura programei passar uma semana na minha cidade natal Vitória, no Estado do Espírito Santo. Precisa matar a saudade do meu filho e meus cachorros que lá vivem (ver vídeo abaixo). Depois de curtir Vitória, (Vix), voltaria para Porto Alegre (PoA) e de lá voaria para El Chaltén. Logo, iria sair de um calor de 33°C de Vix para cair nos 0°C (cheguei experimentar sensação térmica de -11°C) de El Chaltén, tendo apenas um período intermediário de 3 dias para uma possível "aclimatação" em PoA (fazia 6°C nesse inverno aqui na capital gaúcha).



Eu matando a saudade da cidade em que cresci e me criei, antes de me aventurar nas trilhas de El Chaltén. Em Vix cheguei a pegar 33°C de calor intenso antes de ir  para o inverno da Patagônia.


As passagens comprei pela Decolar, optando pelas Aerolíneas Argentinas, que ficaram muito mais baratas do que pela brasileira GOL (economia de R$1000,00). A passagem era para El Calafate (ECa), passando por Buenos Aires. De ECa tomaria um ônibus para El Chaltén, uma vez que a pequenina cidade não possui aeroporto. O meu retorno seria dia 1, chegando em Porto Alegre no dia 2 de agosto. A reserva foi via Booking.com e programei um hostel em El Calafate para pernoitar na minha  chegada e outro em El Chaltén para 9 dias (do dia 23 ao 31). O primeiro hostel era o Bla Guesthouse e o segundo o Lo de Trivi. Em ambos os casos considerei o preço (média de 8 a 10 dólares a pernoite pois inverno é baixa temporada)  e as avaliações.


Eu sairia de PoA dia 21 as 12:20h e chegaria em Buenos Aires (Bs) as 14:05h e de lá tomaria um outro avião para ECa as 5:15h do outro dia (22/07), com previsão de chegada as 8:30h. O que não me foi informado em nenhum momento, nem pela Decolar, nem pela Aerolíneas, é que chegando em Bs eu deveria trocar de aeroporto (isso não fica explícito na passagem, constando apenas os códigos referentes aos aeroportos que se misturam a diversas outras abreviações), o que só fui descobrir quando fui fazer o check in para embarcar. Embora a Aerolíneas disponibilize translado gratuito entre esses aeroportos, que ficam bastante distantes um do outro, tive que morrer em 1000 pesos em um táxi para não perder o vôo (em nenhum momento me foi informado sobre o traslado ou mesmo a troca de aeroportos... tenso).




Eu adoro esse jeito descolado dos "hermanos". Todos esperando vôo e muitos com equipamentos de montanha. Tudo sem frescura!!!


Como estava tendo a Copa do Mundo na Rússia, o aeroporto havia essa enorme bandeira e a camisa do Messi com o autógrafo de todos da seleção argentina de futebol.



Em frente ao Hard Rock Cafe de Bs. Claro que não entrei... a minha meta era economizar ao máximo pois sou apenas um assalariado kkk

  

Nesse momento fiquei bastante ressentido com o prejuízo e esse sentimento demorou um pouco a passar (rsss). Pelo menos o taxista foi muito eficiente e me entregou a tempo de embarcar rumo a El Calafate. Ambos os vôos foram super tranquilos, os serviços de bordo são muito superiores ao da GOL e o embarque e vôos sempre pontuais. Destaque ficou para o lanche servido no vôo internacional entre BR e AR da Aerolíneas: dois sanduíches, um delicioso alfajor (a guloseima é uma especialidade dos "hermanos") e a bebida optei por café puro (gosto sem açúcar e sem adoçante) e mais um copo de água sem gelo.



Delicioso lanchinho do vôo internacional da Aerolíneas Argentinas. Parece pouco mas esses sanduíches me fizeram perder a fome e o alfajor é muito bom!!!


Na segunda parte dessa aventura eu conto como foi a minha chegada em El Calafate e partida para El Chaltén. Clica aí logo abaixo e confira:

Minhas férias em El Chaltén (julho de 2018) - Parte 2

~DICA DO POST~

PS - A dica aqui é ficar esperto nos aeroportos. Quando o seu vôo vem do Brasil você irá pousar no Aeroporto de Ezeiza (EZE), então terá que pegar um translado gratuito para o Aeroporto Aeroparque (AEP), que fica no outro lado da cidade. Para ter direito ao translado é preciso ter um voucher em mãos impresso (eles frisam o tempo todo que precisa estar impresso e que eles não imprimem, abriram uma excessão para mim, na volta, devido as circunstâncias rsss). Esse voucher você consegue junto ao site das Aerolíneas, em serviços.

PS2 - Após conseguir o voucher junto ao site da Aerolíneas Argentinas, chegando em Buenos Aires, você irá se dirigir a Tienda León, onde receberá a  passagem para o translado sentido Aeroporto Aeroparque.

CONFIRA ABAIXO O VÍDEO COMPLETO DESSA AVENTURA
vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv


Minhas férias em El Chaltén (julho de 2018) - Parte 2

Cheguei em El Calafate de madrugada um pouco antes das 8:30h, ainda de noite (lá amanhece por volta das 9:30h no inverno). O aeroporto é muito pequeno (como todos da Argentina) e bonito. 



Lanchinho servido no vôo doméstico da Aerolinas Argentina. Diferença para o voo internacional: sairam os sanduíches e entrou um pacote de cereal. O alfajor foi o destaque e o café é muito bom.



Aeroporto pequeno, mas bem rústico e um pouco exótico. A cara do montanhismo...


Ainda bastante abalado com o prejuízo que tomei no táxi (olha eu falando de novo disso kkk) e assustado com os preços que lá encontrei (fui começar a me adaptar ao câmbio só no final da viagem), fui me informar sobre transporte para El Calafate. Aproveitei também para perguntar em um guichê que oferecia translado direto para El Chaltén, o atendente me olhou com cara de esperto e soltou logo $1000 (mil pesos). Posteriormente descobri que há um ótimo serviço de translado que faz El Chaltén para El Calafate e vice-versa, por $600. 

Bem, paguei $260 (ou seria $290) do aeroporto para El Calafate (o aeroporto fica bem distante da cidade) e fiquei abismado de saber que nem El Calafate e nem El Chaltén (nessa última é até compreensível, pois é muito pequena) não existe serviço de transporte público. O meu transporte me deixa na frente do hostel , o Bla Guesthouse e a atendente olhou meio estranho para o motorista... nessa hora fiquei meio desconfiado, achando que algo estava errado, mas fiquei na minha.



Portal de entrada da cidade. Cultura de montanha em todos os detalhes!!!


Estava fazendo um frio terrível nesse dia e quando a van me deixou na frente do meu hostel, adivinhem??!! Tcharãnnnn... ele estava completamente, absolutamente e totalmente fechado. Isso mesmo! Ele estava com todas as portas trancadas, compensado nas janelas e pude conferir (olhando pelas janelas) que todos os colchões estavam fora das camas. Cara, como os caras disponibilizam reserva pelo Booking.com com a opção de pagar antecipado (ainda bem que selecionei para pagar na hora, em dinheiro) e estão fechados? Surreal.

Andando um pouco ao redor me informei que eles fecham no inverno (mas disponibilizam reserva pelos apps né) para reabrirem na alta temporada. Logo a saída era procurar outro hostel ou hotel com quarto vago ou ir logo para El Chaltén e antecipar a reserva.

A decisão foi partir para El Chaltén logo pois, conseguir quarto em cima da hora é muito caro e o meu dinheiro era muito curto. Antes de ir para a rodoviária fui ao supermercado de El Calafate (as coisas lá são mais baratas que El Chaltén), e comprei diversas coisas para complementar a minha alimentação. Entre elas uma caixa de um alfajor muito top que me saiu a bagatela de $50... isso mesmo, só 50 pesos (algo em torno de 10 reais ou até menos). Cara, que arrependimento de não ter comprado umas 10 caixas dele... putz!!!


Pão de queijo na Argentina também "sô uai".




Antes de partir para El Chaltén dei um "rolézinho" pela charmosa El Calafate.


Cheguei na rodoviária de El Calafate e comprei a passagem para El Chaltén por $600 pesos. A atendente tentou me vender a de volta, tudo saindo a $1100 mas optei por comprar apenas a ida. 

O ônibus bem pontual, amplo, comfortável e viagem super tranquila. Na ida ele parou em um paradouro super elegante, com placas indicando a distância das principais cidades do mundo em um mastro com a bandeira argentina (que na patagônia está por toda a parte). Lá comi uma famosa empanada argentina, um alfajor caseiro e para beber tomei leite quente com mate (dois pacotinhos de chá clássico). Tudo muito perfeito...



Parada de ônibus muito top. O "hermano" que lá trabalha não gostou que eu tentei pechinchar o preço rsss





Empanada, alfajor (que alfajor...) e leite quente com chá!!! Cara... tudo de bom.


No próximo post contarei como foi a minha chegada em El Chaltén... te encontro lá ;)


~DICA DO POST~

PS - Existe uma empresa que faz o transporte mais barato do que as outras e muito bom. É possível pegar o ônibus no aeroporto de El Calafate direto para El Chaltén ou pedir para o motorista te deixar no aeroporto saindo de El Chaltén. Link: http://www.chaltentravel.com e-mail: contacto@chaltentravel.com

PS2 - Antes de partir para El Chaltén passe no supermercado de El Calafate. As vezes você encontra surpresas bem agradáveis na forma de boas promoções. Sem falar que o supermercado mais barato de El Chaltén é bem mais caro que o de El Calafate.

PS3 - JAMAIS PAGUE ANTECIPADO RESERVAS PELO BOOKING.COM. VOCÊ CORRE O RISCO DE ENCONTRAR O LOCAL FECHADO E DEPOIS NÃO CONSEGUIR O RESSARCIMENTO DO VALOR.
_____________________________________________________________________





______________________________________________________________________
Reveja como foi a primeira parte dessa aventura:

CONFIRA O VÍDEO COMPLETO DESSA AVENTURA
VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV


Minhas férias em El Chaltén (julho de 2018) - Parte 6

Vamos continuar a descrição dessa longa aventura que foram as minhas férias em El Chaltén, no inverno da patagônia argentina. Relembrando os posts anteriores:

Dia 21/07 - Saí de Porto Alegre e cheguei no mesmo dia em Buenos Aires (clique aqui),

Dia 22/07 - Saí de Buenos Aires rumo a El Calafate, e de El Calafate peguei um ônibus para El Chaltén (clique aqui e depois aqui),

Dia 23/07 - Fiz a minha trilha preferida, a Laguna de Los Três, sob péssimas condições de tempo (clique aqui),

Dia 24/07 - Tirei o dia para descançar e melhorar do ombro lesionado no dia anterior (até porque o tempo está horrível, com muita chuva, vento e queda de energia). Passeei e fiz compras pela cidade (clique aqui).
___________________________________

Dia 25:

Na noite anterior (dia 24) fiz amizade com um grupo de espanhóis e combinamos de fazer a Laguna Torre no dia seguinte. Essa é também uma das trilhas mais famosas de El Chaltén pois, a Laguna Torre é uma lagoa (laguna em espanhol) resultado do derretimento de uma geleira (glaciar em espanhol). Assim como o Fitz Roy, Cerro Torre é uma das montanhas mais bonita da região e não é difícil encontrar quem diga que ela é a mais bela de todas (eu prefiro o Fitz Roy). 

Nesse lagoa do Cerro Torre há enormes blocos de gelo, pedaços de gelo que se desprenderam da geleira e foram boiando até próximo a margem da lagoa, antes dessa se congelar. Com o congelamento do lago (pela queda de temperatura ou mesmo pelo inverno, ocasião em que fui) elas ficam lá presas, bem perto de você. O grande atrativo é poder andar sobre o lago congelado e chegar perto desses blocos de gelo (claro que é preciso ter atenção por onde pisa).

Trata-se de uma trilha de 9 km (18 km ida e volta) e uma média de 3 horas (6 horas para ir e voltar, sem considerar o tempo que você gasta por lá e possíveis contratempos).

Bem, o dia não estava legal (frio, vento e possibilidade de chuva) e a previsão de tempo bom seria para os dois próximos dias (dias 26 e 27/07/2018). Entretanto, não podia perder a oportunidade de ir com o grupo pois, fazer as trilhas de El Chaltén sozinho, no inverno, não é recomendado. 

Sendo assim, acordamos cedo e logo estávamos a caminho. A trilha se inicia no meio da cidade e trata-se de uma trilha muito bonita (talvez um pouco mais do que a Laguna de Los Tres) pois você tem uma bela vista para da cachoeira Maragarita do Mirador Margarita e logo também tem uma bela visão do conjunto de montanhas encabeçado pelo Fitz Roy. 

Depois que você passa o aclive inicial, o terreno fica plano e a trilha começa a perder a marcação. Chega uma parte em que você precisa seguir um pequeno rio para não se perder, pois a trilha praticamente se mistura com a vegetação. 







A trilha para a Laguna Torre rivaliza em beleza com a Laguna de Los Tres (há quem prefira essa). É também mais fácil, menos perigosa e igualmente cansativa.


No final a trilha fica confusa e você se guia apenas por pequenos caminhos formados por pedras. Quando você começa a se questionar se está na direção certa, sobe um pouco e  quando desce se depara com a visão espetacular de Laguna Torre.

É diferente da Laguna de Los Tres, em que você se depara várias vezes com o Fitz Roy e assim se acostuma com a paisagem crescendo na medida que vai se aproximando. No Laguna Torre você vai seguindo a trilha sem ter nenhuma prévia da paisagem que te espera no final. 








Você sobe um pequeno aclive, faz um curva e quando desce se depara com essa visão ESPETACULAR!!!


Ali há uma diferença de temperatura muito grande. É como se ela despencasse ainda mais e o frio literalmente te abraça. Há uma corrente de ar forte que desce junto com a neve e gelo das montanhas até o lago. É esse vento que te impede de continuar ali por muito tempo (pelo menos no nosso caso).

A volta foi super tranquila (chegamos anoitecendo), brincamos, conversamos sobre política, sobre a UE, economia e etc. Eram pessoas muito simples, educadas e com muita cultura... a companhia deles foi realmente algo muito agradável.





A volta foi super tranquila e desta vez todos com a atenção redobrada para evitar acidentes. Interessante esse contador de pessoas que há no começo das trilhas (última foto de cima para baixo). Se alguém não voltar o pessoal do parque fica sabendo... legal!!!

Dessa vez, após a trilha, fui comer no restaurante 24 horas que fica bem próximo do hostel. Fui sujo da "pernada" pois estava muito cansado. É bem comum o povo voltar da trilha e ir direto para o restaurante recuperar as forças. Enfim provei o tal do cordeiro patagônico que na verdade não era cordeiro (segundo o gerente do hostel em que estava aquele não era o período de abate desse animal... portanto me serviram outro animal no lugar rsss) acompanhado de um vinho local.


Eu comemorando os resultados da minha viagem até aqui!!!


Alimentado, voltei ao hostel, tomei um banho bem quente e demorado, começando a me programar para o dia seguinte. Os espanhóis haviam me convidado para fazer o Laguna de Los Tres no dia seguinte mas tive que recusar pois voltaria a fazer essa trilha somente na próxima janela  de tempo bom, que seria daqui a dois dias. Essa foi uma escolha super acertada e eu conto o porque no próximo post... até lá!!!
_________________________________________________________________________

PRÓXIMO POST:
_________________________________________________________________________

RELEIA:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4
https://amigodamontanha.blogspot.com/2018/08/minhas-ferias-em-el-chalten-julho-de_20.html

Parte 5
http://amigodamontanha.blogspot.com/2018/08/minhas-ferias-em-el-chalten-julho-de_20.html
_________________________________________________________________________

VÍDEO COMPLETO DESSA AVENTURA
VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV




Minhas férias em El Chaltén (julho de 2018) - Parte 10

A minha aventura pela capital argentina do trekking havia chegado ao fim. O meu último dia havia sido um tanto nostálgico, o que me trouxe uma profunda reflexão sobre a diferença entre viver e existir. 

Cansado, com o ombro machucado e sem dinheiro, era hora de começar a focar no meu retorno. No restaurante 24 horas que fica perto do hostel Lo Trivi há um serviço de ônibus que sai duas vezes por dia de El Chaltén em direção a El Calafate. Sai muito mais barato que você pegar um transporte para El Calafate e de lá outro para o aeroporto. Retorno em mãos para o dia seguinte (01/08/2018) me dediquei a passear pela cidade e comprar alguns souvenires com o pouco dinheiro que me restou.





 Último dia livre em El Chaltén antes da minha partida. Dia de despedidas e última caminhada pela cidade mágica. É impressionante como os esportes de aventura estão por todas as partes da cidade.


Comprei algumas coisas (lá tudo é muito caro) e voltei para o hostel para pagar a minha diária adicional (acabei ficando na cidade um dia a mais do que a minha programação inicial). Quando fui pagar o meu cartão de crédito estava bloqueado pois o meu limite internacional já havia vencido. Liguei para a operadora de cartão mas a nova liberação para compras internacionais só se processaria 12 horas depois daquela ligação (aff). Paguei a diária do hostel com o resto de dinheiro que sobrou e fiquei sem nenhum peso a mais. Estava completamente sem recursos financeiros!!!


Passagem para o aeroporto de El Calafate. Venda no restaurante 24 horas (não precisa ir até a rodoviária) e ressaltar para a atendente (...e o motorista) que você quer ficar no aeroporto. 


Foi muito legal conhecer aventureiros que se programam para ficar meses mochilando pelo mundo, gastando pouco e curtindo ao máximo. Conhecer pessoas que percorreram o Brasil, Argentina e ainda iriam para o Chile, Bolívia, Peru, Venezuela... isso sim é viver intensamente.

Bem, o dia seguinte chegou! fiquei esperando o ônibus em frente ao hotel 24 horas. Ônibus muito confortável e viagem tranquila. Cheguei no aeroporto e o meu vôo seria a noite... a fome começou a incomodar. Sem dinheiro, sem cartão de crédito... cara, eu não aguentaria esperar o lanchinho do avião kkk. Foi então que descobri quanta comida as pessoas desperdiçam... sim!!! Eu esperei as pessoas terminarem de comer e peguei o que sobrava nas bandejas... sou um sobrevivente (O bom é que não havia ninguém por perto pois era muito cedo e nem passei vergonha) kkk...






De baixo para cima: paisagem linda na ida para El Calafate. Chegada no Aeroporto de El Calafate. Lanche simples mas bom do voo para Buenos Aires.


Bem, o voo foi super tranquilo de El Chaltén para Buenos Aires e, dessa vez, fui logo garantindo o meu translado para o outro aeroporto (Ezeiza). O serviço é oferecido pelo Tienda León e só precisa entrar na fila, mostrar o voucher (consegue no site da Aerolíneas, ainda em El Calafate) impresso junto com o passaporte. 



Chegando em Buenos Aires. Linda a capital argentina a noite.


Cartão do translado do Aeroparque para o aeroporto de Ezeiza. Tem que ficar esperto nisso.


Esperei o ônibus que faria o translado e como sempre... havia alguns brasileiros bem mal educados que furaram a fila... #partiuezeiza. Chegando lá estava morrendo de fome (o lanche do voo doméstico é bem fraco quando comparado com o do voo internacional) e descobri que o meu pagamento do cartão de crédito havia compensado... eeebbbaaaa!!! Comi um lanche do McDonald's, comprei alfajor e agora era só esperar o meu voo...  tudo na paz!!! Cheguei em casa.





Aeroporto internacional de Ezeiza... voltando para o Brasil!!!



Chegando no Aeroporto de PoA e enfim lar doce lar!!!

Bem, essa foi a minha grande aventura por esse lugar mágico chamado El Chaltén. Um lugar que certamente irei voltar e levar o meu filho para conhecer!!! Uma aventura que teve quase de tudo, faltou apenas ski e escalada...

Abraços e até a próxima aventura!!!

_________________________________________________________________________

RELEIA:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8
_________________________________________________________________________


ASSISTA O VÍDEO COMPLETO DESSA AVENTURA
VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV